Coleção sobre bacias hidrográficas ganha volume relacionado à floresta - 24/03/2008 15:24:53
A coleção “Bacias Hidrográficas do Paraná – Uma Série História”, lançada pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos durante as comemorações do Dia da Água no ano passado, irá ganhar mais um fascículo. O volume que complementará a coleção será intitulado “Águas e Florestas – uma relação integrada pela vida”, e vai abordar a importância da água para preservação da cobertura florestal.
Segundo o secretário do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, este volume irá tornar a série, que já conta com 11 volumes, um material de conscientização ambiental ainda mais completo. “A floresta é essencial para a vida e a maneira mais fácil de entender a relação floresta-água é conhecendo o ciclo hidrológico, responsável pela renovação da água através de vapores e chuvas, na floresta”, afirmou o secretário.
Ele ainda acrescentou que o volume irá facilitar a compreensão das reações ecológicas. “Sem florestas não temos água, não temos um ciclo hidrológico perfeito, elas são necessárias para a biodiversidade”, afirmou secretário.
Nesse fascículo são abordados os ecossistemas do Paraná - como as florestas estacionais semideciduais; o manguezal; as florestas de araucária; a floresta atlântica; o cerrado; a restinga; os campos gerais; o cerrado; os alagados.
SÉRIE HISTÓRICA - No ano passado, a série lançou 11 volumes com histórias e mapas das 16 bacias hidrográficas paranaenses, incluindo os aqüíferos. Foram eles: bacias do Rio Iguaçu; Litorânea; do Tibagi; do Paraná; do Piquiri e Paraná II; Ivaí e Paraná I; do Ribeira; Cinzas, Itararé, e Paranapanema I e II; do Pirapó e Paranapanema III e IV; Águas Subterrâneas; e outra abordando o tema de maneira geral, intitulado de Água.
O coordenador de Recursos Hídricos e Atmosféricos da Secretaria, Mauri Barbosa, destacou que, assim como os demais volumes, este 12o fascículo será distribuído em prefeituras, comitês de bacias, órgãos governamentais e escolas estaduais. “O intuito é difundir cada vez mais este trabalho e aproximar o tema de toda a sociedade. Afinal, só protegemos aquilo que amamos. E só amamos aquilo que conhecemos. Sem conhecimento, informações, não há conscientização nem preservação ambiental”, conclui o coordenador.

























